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Data da publicação: 19/09/2016

Imagens de materiais em escala nanométrica ganham cores e vida em exposição gratuita que permanece em cartaz na Biblioteca Achille Bassi até 26 de outubro


Maçã do amor
é o nome escolhido para o óxido de estanho e índio

Transformar imagens obtidas por um microscópio em trabalhos artísticos. Essa é a ideia da exposição Nanoarte – A Arte de Fazer Arte, que acaba de chegar ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. As imagens, aumentadas milhares de vezes, revelam formatos curiosos de diversos compostos químicos que ganharam cores especiais para a realização do trabalho. A exposição fica em cartaz até 26 de outubro na Biblioteca Achille Bassi do ICMC e faz parte da programação da Semana de Arte e Cultura da USP.

No total, são 18 quadros expostos e a entrada é gratuita. A equipe de pesquisa responsável pela exposição é composta pelo químico Ricardo Tranquilin, pelo professor Elson Longo, da UFSCar, e pelo técnico em laboratório Rorivaldo Camargo. Eles utilizaram um microscópio de varredura para analisarem vários tipos de materiais. Como as imagens microscópicas podem ser vistas apenas em preto e branco, eles coloriram as figuras e criaram um cenário artístico para cada uma. A iniciativa existe há oito anos e resultou em um livro que leva o mesmo nome da exposição. A atividade também é parte da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que ocorrerá de 17 a 23 de outubro.


O zirconato de bário leva o nome de Gomas de Mascar

Mais informações
Comissão de Cultura e Extensão Universitária do ICMC: (16) 3373.9146
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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